
A Força de um Abraço
No abraço entre mãe e filho reside a mais pura declaração de resistência. A presença materna permanece inabalável.
Damos voz ao que o mundo finge não ver. O acolhimento, a escuta ativa e a dignidade das mães de filhos atípicos começam pelo reconhecimento da sua presença.
Damos voz ao que o mundo finge não ver. Acolhimento e representação para mães de filhos atípicos.
Ignoradas. Sozinhas. Mas presentes.
Damos visibilidade a quem cuida: mães que enfrentam o medo, a culpa e a luta pela aceitação após o diagnóstico dos filhos.

Pela sociedade, pelas estruturas e pelas conversas públicas. Damos visibilidade ao que é propositadamente esquecido.
No peso dos cuidados diários e na solidão emocional. Criamos um espaço real de acolhimento onde nenhuma mãe precisa de caminhar desamparada.
Inabaláveis no amor e na defesa dos seus filhos. A presença materna atípica é uma força que merece reconhecimento cívico e social.
Iniciativa fundada e conduzida por Adalgiza Baptista.
Ignoradas
Sozinhas
Mas presentes.
“Damos voz ao que o mundo finge não ver.”
Ser mãe de uma criança atípica é enfrentar barreiras diárias que vão muito além dos cuidados médicos: é o isolamento imposto pelo preconceito, a escassez de apoios e a invisibilidade institucional.
Este espaço existe para documentar a realidade sem artifícios, registrar a dignidade das famílias e reunir mães que recusam a solidão. Não pedimos complacência: exigimos visibilidade e respeito.
Retratos genuínos de mães que enfrentam a maternidade atípica com afeto incondicional.

No abraço entre mãe e filho reside a mais pura declaração de resistência. A presença materna permanece inabalável.

Nos gestos quotidianos de carinho revela-se a dedicação de quem cuida todos os dias sem interrupção.

Ao recusar a invisibilidade, Adalgiza Baptista colocou a sua determinação ao serviço de todas as mães que partilham a mesma caminhada.

Transformando uma vivência pessoal numa causa coletiva de visibilidade, dignidade e acolhimento.
O Projecto Mães Invisíveis é fundado e liderado por Adalgiza Baptista, que assumiu a missão de criar uma plataforma de acolhimento e escuta para mães de filhos atípicos.
O objectivo não é vitimizar, mas mobilizar: dar visibilidade a quem cuida, unir famílias em situações semelhantes e promover a inclusão nas áreas escolares, educacionais, jurídicas e sociais.
“Ignorar não faz desaparecer.”
Promover a inclusão, o apoio e a capacitação de famílias atípicas nas áreas escolares, educacionais, jurídicas e sociais.